IIU – Inseminação Artificial (Intrauterina)

IIU - Inseminação Artificial (Intrauterina)

O que é?

Na inseminação artificial, os espermatozoides são colocados diretamente no útero da mulher e por isso o método é conhecido como inseminação Artificial (intrauterina). Esse procedimento é útil pois torna a viagem mais curta para os espermatozoides e permite que somente aqueles com melhor qualidade cheguem à cavidade uterina e entrem na trompa para encontrar o óvulo que deverá ser fecundado. Evidentemente, assim como ocorre para todos os métodos de baixa complexidade, a IIU depende do funcionamento adequado das trompas para que a gravidez ocorra.

Indicações:

O procedimento pode ser usado para muitos tipos de problemas de fertilidade. Em casos que envolvem infertilidade masculina, ela é frequentemente usada quando há uma contagem de espermatozoides baixa ou quando os espermatozoides não são fortes o suficiente para ultrapassar o colo do útero. Também pode ser útil para casais com frequência baixa de atividade sexual ou mesmo para aqueles que não desejam ter relações em dias pré-determinados, como ocorre no coito programado. A inseminação artificial, envolve a indução da ovulação e o preparo do sêmen em laboratório.

Como Funciona?

Deve-se iniciar o tratamento nos primeiros dias do ciclo menstrual e a paciente deverá receber medicamentos indutores da ovulação, que promovem o desenvolvimento do folículo (estrutura ovariana com contém o óvulo). Durante o estímulo, são realizados controles de ultrassonografia. Assim que o tamanho ideal do folículo é alcançado, um segundo medicamento (hCG) é aplicado para induzir a maturação e a liberação do óvulo pelo ovário (ovulação) cerca de 36 a 40 horas após. No dia da ovulação, é feita a coleta do sêmen, que será processado no laboratório: é a técnica para concentrar os melhores espermatozoides, que serão introduzidos na cavidade uterina por um fino cateter, num procedimento simples muito parecido com um exame ginecológico de rotina. Duas semanas após, o teste de gravidez indicará se houve sucesso, ou seja, formação e implantação do embrião.

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Dúvidas Frequentes

Como saber se precisamos de algum tratamento para engravidar?

O primeiro passo para definir se existe necessidade de algum tratamento e para que seja indicado o tratamento correto é a avaliação do casal em uma consulta. Nesta consulta, uma história detalhada do casal é obtida, com avaliação de exames que vocês eventualmente já tiverem realizado. Outros poderão ser solicitados de acordo com a necessidade.

Já faz um ano que estamos tentando a gravidez sem sucesso. O que devemos fazer?

Se vocês estão tentando a gravidez há um ano ou mais e até agora não obtiveram sucesso, é interessante que passem por consulta com um especialista. Alguns exames serão necessários, para ver se existe algum fator identificável que esteja dificultando a gravidez. Dependendo da história clínica de vocês e dos achados dos exames, diferentes tipos de tratamentos podem ser indicados.

Fiz um espermograma que mostrou baixa quantidade de espermatozoides. O que fazer?

Quando existe redução do número de espermatozoides, 2 tipos de tratamento podem ser indicados: a inseminação intrauterina e a fertilização in vitro. A indicação de um ou de outro dependerá de todos os parâmetros avaliados pelo espermograma, que incluem: número, motilidade e morfologia dos espermatozoides.

Quais as taxas de sucesso do tratamento de infertilidade?

Se formos considerar todos os grupos de pacientes tratados, podemos dizer que as taxas gerais de sucesso ficam ao redor de 30% por tentativa. No entanto, o sucesso do tratamento depende de diversos fatores, que incluem a história clínica do casal, o fator de infertilidade, a idade da mulher, entre outros. Somente temos condições de traçar um prognóstico para o caso após uma avaliação do casal e, eventualmente, de exames subsidiários que se façam necessários.

Os planos de saúde cobrem tratamentos de infertilidade?

A maioria das clínicas de reprodução humana não trabalha com convênios ou planos de saúde. Os tratamentos não costumam ter cobertura dos planos, mas algumas pacientes, no entanto, solicitam reembolsos de consultas e a maior parte dos exames pode ser feita na rede credenciada pelo plano.

Pacientes que moram em outros Estados ou países conseguem fazer o tratamento com vocês?

Sem dúvida. Hoje em dia, com a facilidade dos meios de comunicação, conseguimos programar tratamentos mesmo à distância, avaliando exames e muitas vezes contando com a parceria de colegas locais que possam fazer algumas avaliações, como controle de ultrassom, por exemplo. Conseguimos então programar as etapas do tratamento de forma que o casal precise permanecer o menor tempo possível em São Paulo.

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