FORMAÇÃO E BIOGRAFIA

Dra. Paula Marin

Formada em Ginecologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital das Clínicas da USP, onde atualmente trabalha como médica colaboradora, Dra. Paula Marin possui certificações de estudos internacionais. Concluiu um Fellowship de um ano na área de Infertilidade na Yale University, nos Estados Unidos, e um estágio em Medicina Reprodutiva no IVI (Instituto Valenciano de Infertilidad), na Espanha.

É membro da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) e da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE).

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Diferencias e

o propósito que me guia

  • Rigor técnico e conhecimento extenso na área aliados a um atendimento focado no paciente, atencioso, com clareza e empatia.
“A APROXIMAÇÃO ENTRE MÉDICO E PACIENTE É BASTANTE VALOROSA EM TRATAMENTOS DE REPRODUÇÃO HUMANA, UMA VEZ QUE A JORNADA EM BUSCA DA MATERNIDADE PODE SER LONGA E REPLETA DE ALTOS E BAIXOS.”

Dra. Paula Marin 

Meus Valores
  • Comprometimento;
  • Transparência;
  • Humanização;
  • Empatia;
  • Ética;
  • Conhecimento técnico.
Meus Compromissos
  • Integridade;
  • Responsabilidade;
  • Comprometimento com os estudos e atualizações constantes.

Áreas de Interesse

Preservação de fertilidade

Sabe-se que as chances de uma gestação bem sucedida diminuem com a idade da mulher, sendo consideravelmente baixas para aquelas com mais de 40 anos. 

O termo preservação de fertilidade refere-se às técnicas de reprodução assistida destinadas a mulheres que não pretendem ou não podem engravidar no momento, por razões médicas ou pessoais, mas que desejam manter a possibilidade de gestação no futuro. 

Dentre os principais métodos, estão: congelamento de óvulos, congelamento de espermatozoides e congelamento de embriões. 

Oncofertilidade

A Oncofertilidade é a área da medicina que faz uma ponte entre a oncologia e a medicina reprodutiva, e que visa expandir as opções de futuro reprodutivo para os sobreviventes do câncer. 

Terapias mais avançadas e diagnósticos mais precoces levaram a maior sobrevida após a cura do câncer, e com isso a  preservação de fertilidade tornou-se foco de maior atenção.  

São algumas as estratégias que podem ser utilizadas com o objetivo de preservar a fertilidade nos pacientes oncológicos.

Para as mulheres, dependendo do tipo de câncer e da idade, temos:

  • Técnicas de reprodução assistida: 
    • Congelamento de óvulos
    • Congelamento de embriões
    • Congelamento de tecido ovariano 
  • Tratamento medicamentoso (supressão da função ovariana por meio de drogas como agonista do GnRH)
  • Tratamento cirúrgico (fixação dos ovários, afastando da área que será submetida à radioterapia)

Para os homens, a preservação envolve principalmente  o congelamento dos espermatozoides. 

É importante  que o paciente saiba que há a possibilidade de preservar sua fertilidade sem comprometer a eficácia de seu tratamento. 

Falência Ovariana Prematura

Na falência ovariana prematura (FOP) ocorre a perda da função ovariana antes dos 40 anos. É caracterizada por alterações menstruais com aumento do FSH e diminuição do estradiol. Ocorre em aproximadamente 1% da população.

As causas podem ser genéticas (alteração no cariótipo, doenças autossômica, pré-mutação do X frágil), autoimunes, infecciosas, iatrogênicas (quimioterapia, radioterapia) ou desconhecidas.

Os casos de FOP são bastante desafiadores, uma vez que se tenta encontrar estratégias para contornar algo irreversível, a perda dos folículos primordiais. Identificar precocemente a queda da reserva ovariana pode possibilitar o tratamento oportuno da preservação da fertilidade. Uma vez que a falência já estiver  instalada, o acompanhamento rigoroso por meio de ultrassonografias, exames séricos e administração de alguns hormônios pode ser realizado para se tentar resgatar alguns folículos. Esse controle seriado é fundamental caso a paciente queira engravidar com seus próprios óvulos. No entanto, a ovodoação deve ser oferecida como uma opção que traz maiores taxas de sucesso e resultados mais rápidos.  

Ainda, nos últimos anos surgiram novos métodos promissores de tentativa de resgate dos folículos remanescentes como, por exemplo, a técnica de fragmentação ovariana para ativação folicular, mas ainda são considerados experimentais. Talvez em alguns anos tenhamos melhores resultados de gravidez nessas pacientes.

Infertilidade Sem Causa Aparente

De 15 a 30% dos casais inférteis são diagnosticados com infertilidade sem causa aparente (ISCA). Consiste na incapacidade de gestação após um ano de relações sexuais desprotegidas em mulheres abaixo de 35 anos ou 6 meses em mulheres acima de 35 anos, com a investigação para infertilidade não encontrando nenhuma alteração. Trata-se, portanto, de um diagnóstico de exclusão. 

Pode ser considerado um diagnóstico polêmico. A qualidade, quantidade e natureza dos exames diagnósticos interfere na identificação da causa. Quais os exames que devem ser solicitados para fechar o diagnóstico? Quando dizer que a investigação foi esgotada? Além disso, a incapacidade de encontrar as causas da infertilidade na avaliação dos casais não significa que não há causa para o distúrbio, mas sim que a causa não é diagnosticável pelos métodos propedêuticos que atualmente dispomos. 

Não ter uma causa aparente não significa de forma alguma não ter tratamento. O manejo de casais inférteis com causa idiopática precisa de tratamento individualizado. Devemos avaliar diversos fatores, incluindo idade, histórico de infertilidade, histórico de tratamento, custos e riscos. A inseminação intrauterina e, principalmente, a fertilização in vitro, são os tratamentos de melhores resultados nessa situação.

Endometriose e Infertilidade

Endometriose é definido como a presença de tecido endometrial fora do útero. Os sintomas mais comuns dessa doença são dor na pelve, cólica menstrual intensa, dor na relação sexual, sintomas urinários ou intestinais durante a menstruação, e também, infertilidade. 30 a 50% das mulheres com endometriose apresentam infertilidade, e 25 a 50% das mulheres inférteis têm endometriose. O mecanismos propostos pelos quais a endometriose leva à infertilidade são vários, como distorção da anatomia pélvica, com aderências e obstrução tubárea, alterações hormonais e celulares no endométrio, diminuição da qualidade e quantidade dos óvulos, alterações ovulatórias, e alterações da imunidade humoral e celular, levando a um ambiente pélvico inflamatório.  A discussão ainda é grande na comunidade médica se o tratamento para obter gestação em pacientes com endometriose deve ser a cirurgia ou técnicas de reprodução assistida. A individualização do tratamento é imperativa. Fatores como idade da mulher, sintomas, tempo de infertilidade, localização da endometriose e falha de tratamentos prévios devem ser considerados.

Anovulação e Infertilidade

Anovulação acontece quando os ovários não liberam o óvulo, a mulher não ovula. Corresponde a cerca de 30% dos casos de infertilidade. Dentre os casos de anovulação, a síndrome dos ovários policísticos (SOP) corresponde a 90% dos casos. A SOP é uma síndrome caracterizada por irregularidade menstrual (pela anovulação), hiperandrogenismo clínico ou laboratorial (aumento dos androgênicos, podendo levar a aumento dos pêlos, acne, alopecia, entre outros), e ovários policísticos ao exame de ultrassonografia. As técnicas de reprodução assistida são ferramentas fundamentais para que a mulher engravide. Tratamentos de baixa complexidade geralmente são a primeira linha de tratamento, utilizando medicamentos indutores de ovulação e programando a relação sexual. A alta complexidade (Fertilização in vitro) também é uma opção e pode ser utilizada em alguns casos como falha da baixa complexidade e presença de outros fatores de infertilidade associados.

“Quero que minha paciente se sinta acolhida, segura e confiante na qualidade dos meus cuidados.”

Dra. Paula Marin

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