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História e Biografia

Dr. Pedro Peregrino

Formado pela faculdade de medicina da USP, fez residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital das Clínicas da FMUSP, onde também foi médico preceptor da disciplina de Ginecologia.

É especialista em Reprodução Humana e médico colaborador do Centro de Reprodução Humana “Governador Mário Covas ” do HCFMUSP e faz parte da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) e da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE).

Meus Diferenciais

- Respeito, ética e transparência com os pacientes
- Atendimento de qualidade personalizado para cada casal, com objetivo de buscar sempre o melhor e mais adequado tipo de tratamento em cada caso.
- Respeitar os limites de cada casal, mas sem perder de vista o principal objetivo que é formar uma família

Áreas de Atuação

- Reprodução Humana e Infertilidade
- Técnicas de Reprodução Assistida
- Preservação da Fertilidade
- Congelamento de óvulos

Meus Valores

- Ética e transparência
- Valorizar sempre as queixas e o que a paciente tem a falar.
- Gentileza e Cordialidade
- Condutas médicas sempre baseadas em evidências científicas, de acordo com prática adequada da boa medicina.
- Tratamentos e Condutas individualizados

Principais Áreas de Atuação em Infertilidade

Preservação da Fertilidade e Congelamento de Óvulos

O congelamento de óvulos é um método de armazenamento de óvulos não fertilizados de uma mulher. Os óvulos congelados podem ser armazenados por tempo indeterminado sem deterioração significativa, a princípio. Quando a mulher está pronta para usar seus óvulos, eles são descongelados e depois fertilizados com espermatozoides. O objetivo é que o óvulo fertilizado se transforme em um embrião, que pode então ser transferido para o útero e dando à mulher chance de gravidez. As opções de preservação de fertilidade para mulheres, além o Congelamento de Óvulos inclui o congelamento de embriões e congelamento de tecido ovariano (este último ainda em fase experimental). A mulher deve considerar essas opções para preservar sua fertilidade caso ela esteja em risco devido a uma doença grave ou porque não está em condições de ter um bebê e gostaria de ter a oportunidade de começar uma família além da idade em que a fertilidade naturalmente declina. Como especialista em infertilidade, podemos discutir esses tratamentos juntos e ajudá-la a decidir qual é a opção certa para você.

Mioma e Infertilidade

Miomas são tumores benignos, que se originam na camada muscular do útero, geralmente nutridos por estrogênio e progesterona – os hormônios femininos. Os miomas podem acometer até 50% das mulheres em idade reprodutiva, embora a maioria das pacientes seja assintomática.

Os principais sintomas aumento do fluxo menstrual e dor pélvica crônica.

Dependendo localização no útero podem ser causa ou não de infertilidade. Nem todo tipo de mioma precisa ser retirado. Além da localização, o tamanho, o quadro clínico e sintomas da mulher devem ser avaliados. Sabe-se que a miomectomia (retirada de miomas) é necessária em casos de miomas submucosos ou intramurais que abaulam a cavidade endometrial (camada interna do útero). É muito importante estudar e analisar cuidadosamente caso a caso antes de conduta terapêutica específica, principalmente em casos de casais com infertilidade.

Endometriose e Infertilidade

A endometriose é uma afecção na qual o tecido endometrial (revestimento uterino interno) cresce fora do útero.
O principal sintoma é a dor pélvica crônica, relacionada principalmente ao período menstrual. Sintomas como alterações intestinais, urinárias, dor durante relação sexual também podem ocorrer.
Além desses sintomas, o processo inflamatório pélvico pode resultar na obstrução das trompas e aderências, interferir na qualidade dos oócitos e na ovulação, no transporte dos gametas (óvulos e espermatozóide) e na implantação do embrião no útero. Por isso, a Infertilidade também pode ser um sintoma da endometriose.
Essa doença acomete 1 em cada 10 mulheres em idade fértil, sendo responsável por até 50% dos casos de infertilidade feminina.

Portanto, mulheres com dor pélvica crônica devem ser avaliadas sempre, para um tratamento correto precoce e aumentar as taxas do sucesso terapêutico.

Fatores Tubários

A infertilidade por fator tubário é responsável por cerca de 30% dos casos de infertilidade em mulheres, e ocorre quando há obstrução das tubas uterinas o que dificulta a fertilização dos óvulos pelos espermatozóides. Dentre as causas de obstrução tubária estão as infecções pélvicas, doenças inflamatórias pélvicas (Apendicite, diverticulite) e/ou outras doenças ginecológicas, como a endometriose.

Fatores Uterinos

O útero é o órgão onde o embrião se desenvolve e algumas alterações podem dificultar a implantação embrionária e até aumenta as chances de abortamento de repetição.

Malformações uterinas

As principais alterações uterinas ocorrem ainda na fase embrionária, na origem do útero. São as chamadas malformações mullerianas. Esse “defeito” embrionário pode causar problemas como útero didelfo, bicorno, septado e arqueado, os quais podem influenciar na implantação do embrião e estar relacionado com abortamento

Pólipos Endometriais

São projeções do endométrio para a cavidade uterina e podem ser assintomáticos ou causar sangramento uterino anormal. Sua localização é variada na cavidade endometrial. Estão relacionados a infertilidade pois podem causar obstruções dos óstios tubários, e além do fator mecânico podem alterar a receptividade endometrial e dificultar a implantação embrionária. O tratamento quase sempre é cirúrgico, mas é importante a avaliação de um especialista antes da conduta terapêutica

Sinéquias Uterinas

São aderências localizadas na camada interna do útero. Muitas vezes podem existir traves de tecido fibroso que ligam duas paredes da cavidade endometrial. Geralmente são causadas por lesões e cicatrizes pós curetagem ou Aspiração Manual Intrauterina (AMIU). Estão relacionadas à infertilidade pelo próprio fator mecânico, que podem impedir ou dificultar a implantação embrionária.

Endocrinopatias e Infertilidade

A infertilidade pode ser frustrante para pacientes e médicos. A disfunção endócrina pode prejudicar a fertilidade e alterar as chances da gravidez. Dentre elas a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), Hiperprolactinemias e distúrbios tiroidianos são as mais comuns. Após realizar o diagnóstico correto, estes distúrbios endócrinos podem ser adequadamente controlados para restaurar a fertilidade e diminuir as complicações associadas à gravidez. Portanto, a investigação básica em casais inférteis deve incluir avaliação endocrinológica, dentre outros exames tão importantes.

Síndrome dos Ovários Policísticos

A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é uma patologia endócrina que causa irregularidade menstrual, ciclos menstruais anovulatórios e elevação dos androgênios (hormônio masculino).
Aproximadamente entre 10% das mulheres tem SOP e podem apresentar e diferentes sinais e sintomas em cada paciente.
Não sabe ao certo as causas da SOP, mas o quadro clínico é muito sugestivo.

Devido ao desbalanço hormonal, a mulher possui vários folículos ovarianos pequenos (ovários micropolicísticos) mas não consegue ovular. Por isso que a essa afecção também pode levar a dificuldade para engravidar. Além dos distúrbios ovulatórios e infertilidade, a SOP também se relaciona a Síndrome metabólica e/ou doenças como diabetes mellitus, dislipidemia, obesidade e doenças coronarianas. Portanto, o diagnóstico precoce é muito importante para o sucesso do tratamento e para evitar possíveis complicações.
Os tratamentos disponíveis para SOP são inúmeros desde o uso de pílula anticoncepcional, metformina, dieta balanceada e perda de peso.
A escolha do plano terapêutico depende de cada caso e deve ser sempre individualizada pelo ginecologista.
Em casos de dificuldade de engravidar, é importante a avaliação de um especialista em infertilidade para uma investigação completa e decidir se há necessidade do uso de técnicas em Reprodução Assistida.

Abortamento de Repetição

O abortamento de repetição ou abortamento espontâneo, podem ser causados por diversos fatores. Os mais comuns são:

1. Anormalidades Cromossômicas

Responsável por mais de 50% das causas de aborto espontâneo, os problemas nos cromossomos podem acontecer independentemente das condições de saúde da mãe e do pai. Um embrião com material cromossômico alterado pode apresentar desenvolvimento anormal, parando de se desenvolver espontaneamente. É o mecanismo que a natureza encontra de impedir a evolução de embriões com alterações graves. É por isso que essas perdas em geral ocorrem já no primeiro trimestre da gestação. Chamamos esses embriões alterados de embriões aneuplóides.

2. Anormalidades no útero e em outros órgãos reprodutores

Muitas vezes, a causa do aborto espontâneo está associada a anormalidades na anatomia do útero. Caso o formato do útero seja alterado, o embrião pode não conseguir se implantar ou ter dificuldades para conseguir os nutrientes necessários para sobreviver.
Um colo do útero enfraquecido também pode levar ao aborto, pois o embrião cresce e pode não encontrar sustentação para continuar se desenvolvendo no lugar certo. Esse tipo de problema é responsável por até 10% dos abortos espontâneos.

3. Alterações Hormonais

Os hormônios são essenciais para que a gestação ocorra bem até o nascimento do bebê. A falta de progesterona é uma possível causa abortos espontâneos. Pode levar a sangramentos no início da gestação e se deve à chamada insuficiência do corpo lúteo (estrutura ovariana responsável pela produção de progesterona no início da gravidez).

4. Infecções virais ou bacterianas

Muitas doenças causadas por vírus ou bactérias aumentam as chances de a mulher sofrer um aborto espontâneo. Por isso, a dica é tomar bastante cuidado com as doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia, sífilis, gonococo, entre outras.

FIV e Casais Homoafetivos

Em 2013, uma resolução do Conselho Federal de Medicina estabeleceu normas formais que garantem aos casais homoafetivos o direito de utilizarem as técnicas de reprodução assistida para terem filhos. Essas novas normas facilitam a realização do sonho de casais homossexuais de terem filhos biológicos e a ajudar a constituir uma família. Isso significa que homens e mulheres, independentemente de sua sexualidade e formato de relacionamento, podem realizar os tratamentos que viabilizam a concepção e a gestação sem nenhuma restrição. Para isso, ambos assumem total responsabilidade com relação à criança, garantindo seus direitos e deveres desde o nascimento.
Quais são as técnicas para casais homoafetivos terem filhos biológicos? Quando se trata de casais femininos as opções são a inseminação artificial e fertilização in vitro, ambas utilizando sêmen de doador em bancos específicos. Quando se trata de casais homoafetivos masculinos a fertilização in vitro é a técnica indicada, sendo necessárias a utilização de óvulos de doadoras e útero de substituição.
Abaixo, explicaremos melhor como funcionam as técnicas de reprodução para casais homoafetivos.

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